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20/07/2017 :: Nacionales Galiza

A esquerda independentista do Estado darase cita o 25 de Xullo en Compostela

x Galiza Confidencial
La izquierda independentista del estado se da cita el 25 de Julio en Compostela en un mitin organizado por Agora Galiza

Destacados dirixentes de diversas formacións independentistas, entre eles, a líder da CUP, Anna Gabriel, apoiarán un acto de Agora Galiza, a formación xurdida de Nós-UP.

 

Diversas organizacións independentistas e forzas políticas revolucionarias de Andalucía, Castela, Cataluña, Madrid, País Basco e Portugal reuniránse en Santiago de Compostela o vindeiro 25 de xullo para apoiar un acto de Agora Galiza, a formación independentista xurdida da desaparecida Nós-UP.

Baixo o lema “REBELIOM POPULAR. Independência e Pátria Socialista”, ata seis organizacións diferentes dos estados español e portugués falarán de independencia e revolución na Praza 8 de marzo da capital galega a partir das 12.00 horas. Entre as persoas que participarán está Anna Gabriel, a líder da CUP.

Ademais, neste acto participarán Paulo Vila e Carlos Morais em representaçom de Agora Galiza, assim como Carlos Rios por Nación Andaluza, Anna Gabriel pola CUP, Rosa Gómez por Comunistas de Castilla, Francisco García Cediel por Iniciativa Comunista, Andoni Baserrigorri por Boltxe, e Miguel Lopes pola Plataforma Laboral e Popular, de Portugal.

Posteriormente terá lugar un xantar de confraternización no parque de Sam Domingos de Bonaval. Durante o acto darase lectura a un manifesto que aposta pola fin do capitalismo, o machismo e a explotación laboral, ademais de pedir a independencia. Este é o texto:

REBELIOM POPULAR

Independência e Pátria Socialista

Espanha é um Estado autoritário em deriva fascistizante. O capitalismo um sistema socioeconómico injusto que gera exploraçom, desigualdade e miséria. O patriarcado um sistema que perpetua a discriminaçom, dominaçom e opressom da maioria social, as mulheres.

Este quadro tam adverso só pode ser transformado mediante um processo revolucionário de orientaçom socialista dirigido pola classe trabalhadora. Sem a auto-organizaçom e a mobilizaçom permanente do povo trabalhador nom será viável a necessária ruptura.

Nem Espanha, nem o capitalismo, nem o patriarcado som reformáveis.
Estes som os inimigos reais da nossa classe, da nossa naçom e das mulheres.

A alternativa populista à multicrise do regime espanhol postfranquista, que se agudiza de forma paralela à crise estrutural do capitalismo, só conduz à derrota porque as suas deficiências congénitas tendem à conciliaçom e o pacto e porque nom questiona o paradigma centralista do chauvinismo espanhol.

O aparente sucesso da via eleitoral tem anestesiado o movimento popular, tem desmobilizado à classe trabalhadora, tem constringido a luita de libertaçom nacional da Galiza, tem abduzido e esterilizado a capacidade combativa  de importantes segmentos populares.

A alternativa ao regime bourbónico emanado do lifting franquista, nom emergerá de moçons de censura nem de maiorias aritméticas eleitorais. A rua é o espaço onde se forjará e reconfigurará a alternativa operária e popular frente este presente de miséria carente de um futuro melhor.

A crise capitalista nom só provocou a perda de direitos laborais, corte de liberdades, a assimilaçom e agudizaçom da opressom nacional, reforçamento do machismo e do patriarcado; a crise capitalista também provocou a implosom das forças revolucionárias galegas. E sem estas ferramentas nom é possível transitar da indignaçom à revolta, da luita espontánea ao combate organizado. Eis polo que a dia de hoje é tarefa prioritária reconstruí-las.

Frente às inofensivas caldeiradas supeditadas à metrópole disfarçadadas de unidades populares, frente ao nacionalismo autonomista de fino verniz soberanista, frente ao independentismo sucursalista, Agora Galiza tem a firme determinaçom de seguir reconstruindo passo a passo a esquerda independentista, socialista e feminista galega. Nom claudicamos, nom repregamos nem arriamos as bandeiras.

Consideramos essencial dotar à classe trabalhadora, à Pátria e às mulheres dumha força política e social para luitar. Para combatermos eficazmente contra o sistema e o regime, nom só contra umha das suas expressons, o PP. Fazemo-lo afastados do fetichismo da alternáncia eleitoral, da política espetáculo, da charlatanaria caudilhista, do quadro autonómico, das instituiçons burgueses.

40 anos de “democracia burguesa espanhola” constatam a necessidade de dinamitar os alicerces do sistema e do regime, e a impossibilidade de regenerá-lo.

Fazemo-lo sem solicitarmos autorizaçom a ninguém, afastados das inércias e as comodidades, armad@s de audácia e ambiçom revolucionária, legitimad@s pola nossa indiscutível trajetória de combate, avalados por décadas ao serviço do povo trabalhador galego. Eis polo que apelamos a quem queira contribuir com o seu talento e força de vontade, com o seu suor e energia, a reforçar as nossas fileiras, que tem as portas abertas. Nada prometemos nem nada damos em troca, salvo fé na vitória popular e na Revoluçom Socialista, e a satisfaçom do dever cumprido.

O direito à rebeliom deve ser o eixo e a guia da prática do movimento de libertaçom nacional galego e a equaçom Independência/Socialismo a centralidade tática e estratégica do nosso horizonte, seguindo os exemplos da Revoluçom Bolchevique e do Che Guevara.

Neste Dia da Pátria manifestamos o nosso compromisso para libertar à Galiza da opressom nacional que padece por Espanha e a UE, tarefa inexoravelmente ligada à superaçom do capitalismo, mediante a construçom dumha sociedade socialista.

A luita é o único caminho!

Viva Galiza ceive, socialista e feminista!

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