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12/10/2015 :: Nacionales Galiza

Primeira Linha comemorou Galiza Combatente na serra do Galinheiro

x Primeira Linha
Antes de homenagear ao “comunista galego universal”, a Moncho Reboiras, reafirmou a defesa da via insurreicional frente ao ilusionismo eleitoral

As adversas condiçons metereológicas nom fôrom obstáculo à hora de organizarmos na serra do Galinheiro a XV ediçom do Dia da Galiza Combatente.

Militáncia e simpatizantes de Primeira Linha concentrad@s na área recriativa às 12 da manhá de hoje iniciárom um roteiro até a parte superior do Galinheiro onde tivo lugar um emotivo ato político entre chuva e nevoeiro.

O dirigente juvenil Heitor Munhoz realizou um enquadramento histórico da data, denunciando que o “povo galego vive num estado de amnésia induzida, agravada quando falamos de todos aqueles e aquelas que se alcárom com o punho erguido em defesa da sua classe e da sua naçom”.

O camarada Heitor destacou que a data instaurada por NÓS-UP em 2001 pretende evitar condenar ao esquecimento a Lola Castro Lamas e José Vilar, militantes do Exército Guerrilheiro do Povo Galego Ceive, que morriam 11 de outubro de 1990 ao estourar de forma acidental um artefato destinado a combater os interesses do narcotráfico na Galiza.

Posteriormente tivo lugar a intervençom de Carlos Morais, quem analisou por primeira vez em público o último ano de trajetória partidária e as mudanças organizativas experimentadas pola equerda independentista galega.

Carlos Morais reivindicou a vigência do partido leninista de quadros e a sua necessidade histórica, pois “sem umha direçom e umha nítida orientaçom operária, o movimento de libertaçom nacional está condenado ao fracasso”.

Nom só lembrou as figuras de Benigno Álvares, José Gomes Gaioso, Henriqueta Outeiro, Henrique Líster, Maria Araújo, Abelardo Colaço, Luís Soto, Moncho Reboiras, homenageou aos milhares de “comunistas anónimos que de forma perserverante contribuírom a espalhar o nosso ideário em quase um século”.

Carlos Morais defendeu a necessidade de redobrar o combate ideológico como um “dos principais frentes de batalha perante as fábulas das marés, das cidadanias democráticas e transversais, dos sucedáneos “partidos ruturistas” que só pretendem soldar e manter o status quo”.

Antes de homenagear ao “comunista galego universal”, a Moncho Reboiras, reafirmou a defesa da via insurreicional frente ao ilusionismo eleitoral no que está instalada a prática totalidade da esquerda da Galiza.

Com o canto do hino nacional finalizou o ato político com o que culminava a campanha “Orgulho comunista. A luita é o único caminho” desenvolvida por Primeira Linha.

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