Nacionales Galiza :: 11/02/2013
[Fotos e vídeo] Ato cívico de homenagem despediu Manolo Soto em Salvaterra de Minho
[Gal/cast]Celebrado en Salvaterra de Minho el homenaje al histórico mitante independentista y revolucionario galego Manolo Soto
Galego
Música, poesia, discursos de companheiros e a lembrança da vizinhança da sua Salvaterra de Minho servírom para despedir Manolo Soto, cujas cinzas fôrom espalhadas na ribeira do rio que abraça nas suas margens as naçons irmás galega e portuguesa.
Foi a partir do meio dia que começou um ato, no interior das muralhas da imponente fortificaçom que olha do alto para terras minhotas, em lembrança do incansável organizador e ativista social de Salvaterra.
Além de numerosos vizinhos e vizinhas da vila, companheiras e companheiros de diferentes pontos do País deslocárom-se à terra do Condado para deixar testemunho do reconhecimento a umha vida de entrega à nobre causa da independência da Galiza, da revitalizaçom da língua e da cultura, à defesa dos direitos da classe trabalhadora.
Cantárom Ugia Senlhe, Tino Vaz, Míni e Mero... soárom as gaitas e a poesia de Kiko Neves. Companheiros do Comité de Empresa em que trabalhava e do qual fazia parte dirigírom umhas palavras de agradecimento por tantos anos de compromisso com todas e todos eles.
No fim do ato, as centenas de participantes descêrom até a ribeira para que a sua filha, o seu filho e a sua companheira cumprissem a sua vontade, espalhando as suas cinzas na incomparável paisagem do Minho que aproxima as terras galega e portuguesa, com Monção do outro lado.
Cantou-se um solene e emocionado Hino Nacional e dedicou-se um aplauso ao companheiro desaparecido, com o compromisso coletivo de lembrar e seguir o seu exemplo.
Castellano
Música, poesía, discursos de compañer@s y el recuerdo de vecinas y vecinos de su Salvaterra de Miño, sirvieron para despedir a Manolo Soto, cuyas cenizas fueron dispersadas en la ribera del río que abraza en sus márgenes las naciones hermanas galega y portuguesa.
A partir de medio día comenzó el acto, en el interior de las murallas de la imponente fortificación que mira desde lo alto hacia tierras miñotas en recuerdo del incansable organizador y activista social de Salvaterra.
Además de numerosas vecinas y vecinos del pueblo, compañeras y compañeros de diferentes puntos del país se trasladaron a la tierra del Condado como testimonio del reconocimiento a una vida de entrega a la noble causa de la independencia de Galiza, de la revitalización de la lengua y de la cultura, a la defensa de los derechos de la clase trabajadora.
Cantaron Ugia Senlhe, Tino Vaz, Mini e Mero...sonaron las gaitas y la poesía de Kiko Neves. Compañeros del Comité de Empresa en que trabajaba y del cual formaba parte dirigieron unas palabras de agradecimiento por tantos años de compromiso con todas y todos ellos.
Al finalizar el acto, los cientos de personas se acercaron hasta la ribera para que su hija, su hijo y su compañera cumpliesen su voluntad, dispersando sus cenizas en el incomparable paisaje del Miño que aproxima las tierras galega y portuguesa, con Monçao del otro lado.
Se cantó un solemne y emocionado Himno Nacional e se dedicó un aplauso al compañero desaparecido, con el compromiso colectivo de recodar y seguir su ejemplo.























