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02/12/2013 :: Nacionales Galiza

[Fotos] [Gal/Cast] VII Assembleia Nacional de NÓS-UP ratifica estratégia

x NOS-UP
La VII asamblea nacional de NOS-UP ratifica su estrategia independentista, socialista y feminista contra la ofensiva del capitalismo español y la UE

Galego

Numha concorrida Assembleia Nacional, a militáncia de NÓS-Unidade Popular ratificou umha linha política que visa continuar a vertebrar um espaço próprio, claramente autónomo e independente, alternativo ao que o BNG e AGE representam, pois “nunca tivemos, nem temos, vocaçom de ser apêndice de ninguém”.

NÓS-UP considera que só umha esquerda independentista e socialista com projeçom e apoio de massas poderá fazer frente ao “incremento da dependência e do atraso que o capitalismo espanhol historicamente nos tem atribuído na divisom internacional do trabalho”.

A VII Assembleia Nacional ordinária de NÓS-UP, clausurada hoje sábado 30 de novembro, também reafirmou o princípio da auto-organizaçom do povo trabalhador galego como condiçom sine qua non para resolver os problemas da Galiza e das suas maiorias sociais.

Reafirmou igualmente a aposta em aprofundar e alargar a unidade de açom do soberanismo de esquerda e a necessidade de reforçar as estruturas amplas de luita e mobilizaçom em prol da República Galega, em clara referência a Galiza pola Soberania (GPS), pois é “a mais sólida iniciativa suprapartidária para fazer crescer a consciência nacional da Galiza”.

Novo ciclo político e reforçamento da alternativa independentista

O documento político aprovado por umha esmagadora maioria da militáncia presente na VII Assembleia Nacional analisou com satisfaçom termos facilitado a abertura de um novo ciclo político na esquerda patriótica, derivado da coerência tática e estratégica, que demonstrou o esgotamento da via estatutária e que sem Estado próprio a Galiza desaparecerá, incidindo em que “tam só umha esquerda independentista dinámica, com capacidade política, influência social, combatividade e firmeza nos princípios, garantirá a irreversibilidade do processo que o nacionalismo galego começou a desenvolver”.


Iniciativa permanente e convergência das luitas setoriais para facilitar umha saída política à multicrise do regime espanhol

A VII Assembleia Nacional de NÓS-UP apostou em manter e redobrar a iniciativa política, estreitar laços com o conjunto das forças políticas e sociais da esquerda patriótica, com os movimentos sociais e com todos os setores populares antissistémicos, facilitando o seu tránsito para posiçons soberanistas.

A necessidade de contribuir para a convergência das luitas setoriais e locais, promovendo espaços de encontro e mobilizaçom entre todos os setores agredidos por Espanha e polo Capital, foi outro dos acordos adotados na VII Assembleia Nacional de NÓS-UP, para facilitar umha saída política à multicrise do regime espanhol gerando as condiçons subjetivas no seio do povo trabalhador que permitam pôr em andamento umha estratégia permanente e encadeada de luita e mobilizaçom social orientada para a acumulaçom de forças que permitam a ruptura democrática e a abertura de um processo constituinte galego.

Rebeliom popular e governo obreiro e popular, patriótico e feminista

Frente às alternativas basedas no curtoprazismo da estratégia eleitoral que só gera falsas ilusons no povo trabalhador, a VII Assembleia Nacional de NÓS-UP aposta na organizaçom e mobilizaçom social que combine dialeticamente as reivindicaçons imediatas e mais sentidas polo povo com as genuinamente políticas de superaçom do regime espanhol e do sistema capitalista.

As 502 medidas concretas do Programa Tático para a Rebeliom Popular (PTRP) som o contributo para transformar a resignaçom e a indignaçom numha alternativa de governo que supere a crença nas falsas esperanças numha saída eleitoral à crise capitalista e à multicrise da Espanha do desemprego, da corrupçom e da repressom.


Rebeca Bravo reeleita porta-voz nacional

A Direçom Nacional eleita na VII Assembleia Nacional de NÓS-UP combina a experiência de companheiras e companheiros com larga trajetória, com a renovaçom, incorporando novas pessoas provenientes do sindicalismo e dos movimentos sociais.

Umha direçom que recolhe no seu seio a pluralidade política e ideológica da Unidade Popular para poder atingir os “grandes reptos” de “consolidar a via alternativa aos dous grandes pólos da esquerda nacional”, desenvolvendo o projeto revolucionário do independentismo socialista e feminista.

A única lista apresentada é encabeçada por Rebeca Bravo, que deste modo foi reeleita porta-voz nacional de NÓS-UP, e está conformada por Maurício Castro, Helena Embade, Carlos Morais, Lara Soto, Bruno Lopes Teixeiro, Zéltia Fernandes Lamas, José Dias Cadaveira, Maria Sanches, Alberto Angulo, Antia Marinho, Iago Moreno, Paula Alonso,Telmo Varela e Roberto Rodrigues.

Posteriormente, as Assembleias Comarcais elegerám @s responsáveis e a Responsável Nacional da Mulher, que se agregarám aos 15 membr@s eleit@s na Assembleia Nacional, finalizando assim o processo de configuraçom da nova Direçom.

Organizaçons convidadas e saudaçons internacionais

Imediatamente antes do discurso de clausura de Rebeca Bravo da VII Assembleia Nacional, fôrom dadas a conhecer as resoluçons aprovadas, as adesons de mais dumha dúzia de saudaçons de forças e partidos políticos europeus e americanos num ato de encerramento que contou com a presença de mais de vinte entidades, partidos, sindicatos e coletivos da esquerda patriótica e do movimento popular galego.

Galiza, 30 de novembro de 2013

Castellano

En una concurrida Asamblea Nacional, la militancia de NÓS-Unidade Popular ratificó una línea política que quiere continuar vertebrando un espacio propio, claramente autónomo e independiente, alternativo al que el BNG y AGE representan, pues "nunca tuvimos, ni tenemos, vocación de ser apéndice de nadie".

NÓS-UP considera que sólo una izquierda independentista y socialista con proyección y apoyo de masas podrá hacer frente al "incremento de la dependencia y del atraso que el capitalismo español históricamente nos tiene atribuido en la división internacional del trabajo".

La VII Asamblea Nacional ordinaria de NÓS-UP, clausurada ayer sábado 30 de noviembre, también reafirmó el principio de auto-organización del pueblo trabajador galego como condición sine qua non que resuelva los problemas de Galiza y de sus mayorías sociales.

Reafirmó igualmente la apuesta en profundizar y extender la unidad de acción del soberanismo de izquierda y la necesidad de reforzar las estructuras amplias de lucha y movilización en pro de la República Galega, en clara referencia a Galiza por la Soberanía (GPS), pues es "la más sólida iniciativa suprapartidaria para hacer crecer la conciencia nacional de Galiza".

Nuevo ciclo político y refuerzo de la alternativa independentista

El documento político aprobado por una aplastante mayoría de la militancia presente en la VII Asamblea Nacional analizó con satisfacción ter facilitado la apertura de un nuevo ciclo político en la izquierda patriótica, derivado de la coherencia táctica y estratégica, que demostró el agotamiento de la vía estatutaria y que sin Estado propio Galiza desaparecerá, incidiendo en que "tan sólo una izquierda independentista dinámica, con capacidad política, influencia social, combatividad y firmeza en los principios, garantizará la irreversibilidad del proceso que el nacionalismo galego comenzó a desarrollar".

Iniiciativa permanente y convergencia de las luchas sectoriales para facilitar una salida política a la multicrisis del régimen español

La VII Asamblea Nacional de NÓS-UP apostó por mantener y redoblar la iniciativa política, estrechar lazos con el conjunto de las fuerzas políticas y sociales de la izquierda patriótica, con los movimientos sociales y con todos los sectores populares antisistémicos, facilitando su tránsito hacia posiciones soberanistas.

La necesidad de contribuir a la convergencia de las luchas sectoriales y locales, promoviendo espacios de encuentro y movilización entre todos los sectores agredidos por España y por el Capital, fue otro de los acuerdos adoptados en la VII Asamblea Nacional de NÓS-UP, para facilitar una salida política a la multicrisis del régimen español generando las condiciones subjetivas en el seno del pueblo trabajador que permitan poner en marcha una estrategia permanente y encadenada de lucha y movilización social orientada hacia la acumulación de fuerzas que permitan la ruptura democrática y la apertura de un proceso constituyente galego.

Rebelión popular y gobierno obrero y popular, patriótico y feminista

las alternativas basadas en el cortoplazismo de la estrategia electoral que sólo genera falsas ilusiones en el pueblo trabajador, la VII Asamblea Nacional de NÓS-UP apuesta por la organización y movilización social que combine dialécticamente las reivindicaciones inmediatas y más sentidas por el pueblo con las genuinamente políticas de superación del régimen español y del sistema capitalista.

Las 502 medidas concretas del Programa Táctico para la Rebelión Popular (PTRP) son el contributo para transformar la resignación y la indignación en una alternativa de gobierno que supere la creencia en las falsas esperanzas en una salida electoral a la crisis capitalista y a la multicrisis de la España del desempleo, de la corrupción y de la represión.

Rebeca Bravo reelegida porta-voz nacional

La Dirección Nacional elegica en la VII Asamblea Nacional de NÓS-UP combina la experiencia de compañeras y compañeros con larga trayectoria, con la renovación, incorporando nuevas personas provenientes del sindicalismo y de los movimientos sociales.

Una dirección que recoge en su seno la pluralidad política e ideológica de la Unidad Popular para poder alcanzar los "grandes retos" de "consolidar la vía alternativa a los dos grandes polos de la izquierda nacional", desarrollando el proyecto revolucionario del independentismo socialista y feminsita.

La única lista presentada es la encabezada por Rebeca Bravo, que de este modo fue reelegida porta-voz nacional de NÓS-UP, y está conformada por Mauricio Castro, Helena Embade, Carlos Morais, Lara Soto, Bruno Lopes Teixeiro, Zéltia Fernandes Lamas, José Dias Cadaveira, Maria Sanches, Alberto Angulo, Antia Marinho, Iago Moreno, Paula Alonso, Telmo Varela y Roberto Rodrigues.

Posteriormente, las Asambleas Comarcales elegirán l@s responsables y la Responsable Nacional de la Mujer, que se agregarán a los 15 miembr@s elect@s en la Asamblea Nacional, finalizando así el proceso de configuración de la nueva Dirección.

Organizaciones invitadas y saludos internacionales

Inmediatamente antes del discurso de clausura de Rebeca Bravo de la VII Asamblea Nacional, fueron dandas a conocer las resoluciones aprobadas, las adhesiones de más de una docena de saludos de fuerzas y partidos políticos europeos y americanos en un acto de cierre que contó con la presencia de más de veinte entidades, partidos, sindicatos y colectivos de la izquierda patriótica y del movimiento popular galego.

Galiza, 30 de novembro de 2013

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