[Gal/Cast] AGIR denúncia veto de Galiza Nova e Comités

Galego
Polo seu interesse, reproduzimos o comunicado feito público pola organizaçom estudantil AGIR na que informa do veto da participaçom da esquerda independentista nas mobilizaçons do 10 de maio por parte Galiza Nova e os Comités.
Galiza Nova e Comités vetam AGIR
AGIR, organizaçom do estudantado da esquerda independentista, convocou como parte integrante do Movimento Estudantil Galego umha jornada de greve estudantil para a próxima quinta-feira 10 de maio.
A nossa intençom foi desde o princípio a de criar umha inegável vontade de confluência com o resto de coletivos e organizaçons que trabalhamos por um ensino galego e público. Porém, a falta de respeito e de cultura democrática vam provocar que a mobilizaçom do dia 10 vaia ser patrimonializada polo nacionalismo institucional. Ante isto, a nossa organizaçom crê necessário fazer públicas umha série de consideraçons:
1º O movimento estudantil caraterizou-se historicamente pola sua pluralidade, mas também por desenvolver umha dinámica, em muitos casos, unitária, que respeitou a totalidade de ideologias presentes entre o estudantado galego. A base assemblear e a confluência em organismos abertos fam parte da cultura de movimento que o estudantado galego vem praticando desde há décadas.
2º Por desgraça, há certas organizaçons que nunca assumírom esta realidade e historicamente tentárom patrimonializar e converter num nicho eleitoral particular o que centos de militantes construímos. Falando claro, as distintas organizaçons estudantis impulsadas pola UPG convertêrom em norma o sectarismo, o dirigismo e a exclusom das minorias.
3º Esta greve do próximo dia 10 de maio vai ser, por desgraça para o estudantado galego, mais um episódio de tam triste história política; pois Galiza Nova e Comités antepugérom os seus interesses concretos à construçom da ampla e necessária resposta aos ataques do Partido Popular contra o ensino público. E figérom-no decidindo em solitário, sob parámetros nom estritamente estudantis, a forma concreta que iam tomar as mobilizaçons. Deixando de lado a maioria do movimento estudantil e só possibilitando a incorporaçom a posteriori dumha organizaçom, a Liga Estudantil Galega.
4º Criárom assim umha apartheid geral ao estudantado galego e a AGIR em concreto, pois a nossa organizaçom foi vetada abertamente em base à nossa praxe absolutamente coerente, definida por Galiza Nova como “violenta”. A pesar de todo, o nosso compromisso com o estudantado galego vai além de toda manobra oportunista, é comprometemo-nos publicamente a que a greve e as mobilizaçons do 10 de Maio sejam um absoluto sucesso. E desta forma também chamamos ao estudantado galego a secundar as convocatórias das distintas comarcas, embora nós fôssemos vetadas do seu desenho e finalizaçom.
5º Nom é o nosso estilo entrar numha guerra de convocatórias, pois seria estéril e mesmo perigoso para o estudantado galego. Igualmente sabemos que nem Galiza Nova nem os Comités vam responder a este comunicado, mas tampouco nos preocupa, pois a nossa intençom é simplesmente a de que seja lido polos e polas estudantes e debatido nas aulas, nos cafés e nas ruas dos nossos campus.
Castellano
Por su interés haremos un resumen del comunicado hecho público por la organización estudiantil AGIR en la que informa del veto de la participación de la izquierda independentista en las movilizaciones del 10 de mayo por parte de Galiza Nova y los Comités.
Galiza Nova y Comités vetan a AGIR
AGIR, organización del estudiantado de la izquierda independentista, convocó como parte integrante del Movimiento Estudiantil Galego una jornada de huelga para el jueves 10 de mayo.
Nuestra intención era confluir con el resto de colectivos y organizaciones que trabajamos por una educacion galega y pública. Pero esta movilización ha sido patrimonializada por el nacionalismo institucional. Ante esto, nuestra organización cree necesario hacer públicas una serie de consideraciones:
1. La pluralidad y unidad dentro del respeto a la totalidad de las ideologías vienen siendo desde hace décadas la base asamblearia que permite la confluencia en organismos abiertos como parte de la cultura del movimiento estudiantil galego.
2. Pero hay ciertas organizaciones, como es el caso de la UPG, que intentan excluir sectores amplios del movimiento estudiantil, a través del dirigismo y sectarismo.
3. En esta huelga del diez de mayo antepusieron sus intereses concretos con fines electoralistas a la construcción de una amplia y necesaria respuesta a la política de ataques del PP contra la educación Pública. Decidiendo en solitario, bajo parámetros no exclusivamente estudiantiles, dejando de lado las decisiones tomadas por la mayoría del movimiento estudiantil.
4. Crearon así, una especie de apartheid al estudiantado galego y a AGIR en concreto. Aún así hemos hecho un llamamiento al estudiantado galego a secundar las convocatorias aunque hemos sido vetados en el diseño y finalización.
5. Nuestra intención no ha sido entrar en una guerra de convocatorias, peligrosa y estéril para el estudiantado. Sólo queremos que sea divulgado entre las y los estudiantes y debatido en las aulas, cafés o en las calles.








