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11/11/2019 :: Nacionales Galiza

[Gal/Cast] En el estado español los derechos son delitos

x Ceivar
La fiscalía de la Audiencia Nacional pide 102 años de cárcel para independentistas galegos

Traducción A.Bas. para La Haine

Galego

A fiscalia da Audiência Nacional vém de emitir o seu escrito de acusaçom no marco das operaçons Jaro I e II contra as organizaçons Causa Galiza e Ceivar. Um total de 12 militantes enfrentam-se a umha petiçom fiscal de um total de 106 anos de prisom por desenvolver tarefas políticas e de solidariedade. Desde o organismo popular anti-repressivo Ceivar queremos fazer as seguintes consideraçons:

1.- Que U.C.S, I.C. P e A. G.F detidos no marco da operaçom Jaro II enfrentam-se a umha petiçom fiscal de entre 12 e 10 anos de prisom. Os cárregos que se lhes imputam som integraçom em organizaçom criminal e vários de enaltecimento do terrorismo. Desenvolta no ano 2017 a raíz da celebraçom de um recebimento ao ex-preso independentista Antom Santos, a operaçom Jaro II procurava amedrentar e cercar a solidariedade e o activismo galego comprometido com as presas independentistas galegas. A celebraçom de recebementos a ex-presas vinha sendo posta em questom por parte da fiscalia da Audiência Nacional também em outros contextos políticos irmaos desde hai anos, mas isto é apenas a excusa. A intençom é perseguir e encarcerar activistas que defendem os direitos humanos e políticos das pessoas repressaliadas e encarceradas polo seu compromisso com Galiza. Reafirmamo-nos neste activismo, nom renunciamos a ele, pois é legítimo e só em um estado fascista como o Reino de Espanha pode ser delito a assistência a pessoas presas.

2.- Que os delitos que se nos imputam som de novo a excusa e o envoltório que utilizam para criminalizar e perseguir toda dissidência política que ponha em questom o status quo do Estado espanhol ou pretenda levar a cabo um activismo firme nom entreguista. Dizer as cousas claras em Espanha tem consequências graves. À vista está de todas que o limite do debate ou da política está sempre marcada a ferro polos interesses económicos e políticos de um Estado que permanece configurado tal e como o deixou o dictador. A natureza do Estado é fascista organizar-se como se organizar a dissidência a unidade nacional e o carácter capitalista de Espanha exigem cada vez mais mao dura e repressom. Assi o deixou patente o PSOE na sua estrategia anti-terrorista partilhada com a cidadania: toda expressom de oposiçom de esquerdas e independentista vai ser suspeita e susceptível de ser perseguida. O diálogo pôr urnas para votar som delito. Organizar-se para defender-se do capital e do Estado, também.

3.- O Estado espanhol enfrenta o seu repto organizativo e territorial mais potente desde o 78. E fai-no em um contexto internacional de crise capitalista. Todo fai pensar que a via repressiva vai ser a tónica dominante contra o independentismo nos diferentes contextos das naçons sem Estado. Eles próprios estám a agitar o ódio e a debuxar um cenário de desesperança e medo. Porém, a verdade está do nosso lado: somos a esquerda que nas diferentes naçons sem estado levamos décadas a luitar contra o fascismo, contra as injustiças e por um mundo melhor. Temos um programa revolucionário e cremos firmemente nas ideias de igualdade e justiza social que herdamos das organizaçons de esquerda que nos precedérom, assi como na liberdade do nosso povo. Em diferentes épocas históricas, em diferentes contextos e dificuldades, a militáncia política galega deu a cara contra o ódio e o capitalismo selvagem, trazando horizontes de liberdade e nom baixando a cabeça. Onte, como hoje, estaremos à altura dos factos. Hoje somos nós, amanhá pode ser qualquera umha.

4.- Fazemos um chamamento à solidariedade, à organizaçom e à denúncia. Perante o juízo que se avizinha em Madrid precisamos juntar o maior número de apoios para fazer chegar à cidadania galega que organizar-se e luitar nom é um delito. Que a militância e o compromisso som valores necessários para a sociedade e nom algo a desterrar ou punir com a prisom. Que defender Galiza e a sua militância comprometida é um direito que deve ser respeitado.

Contra a repressom espanhola, solidariedade galega!

Nem um passo atrás!

Denantes mortas que escravas!

Viva o independentismo galego!

Castellano

La fiscalia de la Audiência Nacional viene a emitir su escrito de acusaciom en el marco de las operaciones Jaro I y II contra las organizaciones Causa Galicia y Ceivar. Um total de 12 militantes se enfrentan a una petición fiscal de um total de 106 años de prisión por desarrollar tareas políticas y de solidaridad. Desde el organismo popular anti- repressivo Ceivar queremos hacer las siguientes consideraciones:

1.- Que U. C. S, I. C. P y La. G. F detenidos en el marco de la operacion Jaro II se enfrentan la unaa peticion fiscal de entre 12 y 10 años de prisión. Los cargos que se les imputan som integraçom em organizacion criminal y vários de enaltecimento del terrorismo. Desarrollada en el año 2017 la raíz de la celebracion de um recibimento al ex-preso independentista Antom Santos, la operaciom Jaro II procuraba amedrentar y cercar la solidaridad y el activismo gallego comprometido com las presas independentistas gallegas. La celebraciom de recibimentos la ex-presas venia siendo puesta en questión por parte de la fiscalia de la Audiência Nacional também em otros contextos políticos  desde hace años, pero esto es apenas a excusa. La intenciom es perseguir y encarcelar activistas que defienden los derechos humanos y políticos de las personas repressaliadas y encarceladas por su compromisso com Galiza. Reafirmamonos en este activismo, no renunciamos la ello, pues es legítimo y solo em un estado fascista como el Reino de España puede ser delito a asistência la personas presas.

2.- Que los delitos que se en los imputam som de nuevo a excusa y el envoltório que utilizam para criminalizar y perseguir toda disidência política que ponga em questión el estatus quo del Estado español o pretenda llevar a cabo um activismo firme no entreguista. Decir las cosas claras em Espanña tiene consequências graves. *À vista está de todas que lo limite del debate o de la política está siempre marcada a hierro por los interesses económicos y políticos de um Estado que permanece configurado tal y como lo dejó el dictador. La naturaleza del Estado es fascista y organizarse cómo se organizar la disidência a unidad nacional y el carácter capitalista de España exige cada vez mas mano dura y represion. Asi lo dejó patente el PSOE en la su estrategia anti-terrorista : toda expresión de oposicion de izquierdas e independentista va a ser suspeita y suscepttiblede ser perseguida. El diálogo y pôr urnas para votar son delito. Organizarse para defenderse del capital y del Estado, também.

3.- El Estado español enfrenta su reto organizativo y territorial mas potente desde el 78. Y lo hace en el un contexto internacional de crisis capitalista. Todo hace pensar que la via represiva va a ser la tónica dominante contra el independentismo en los diferentes contextos de las naciones sin Estado. Quieren agitar el ódio y a dibujar um escenário de desesperanza y miedo. Pero, la verdad está del nuestroo lado: somos la izquierda que en las diferentes naciones sin estado llevamos décadas de lucha contra el fascismo, contra las injusticias y por um mundo mejor. Tenemos um programa revolucionário y creemos firmemente en las ideas de igualdad y justicia social que heredamos de las organizaçons de izquierda que en nos precedéron, asi cómo en la libertad del nuestro pueblo. En diferentes épocas históricas, en diferentes contextos y dificuldades, la militáncia política gallega dio la cara contra el ódio y el capitalismo salvaje, trazando horizontes de libertad y no bajando la cabeza. Ayer, como hoy, estaremos à altura de los hechoss. Hoy somos nosotros, mañana puede ser qualquera .

4.- Hacemos un llamamiento à la solidaridad, à la organizaciom y à la denúncia. Ante el juício que se avecina en Madrid precisamos juntar el mayor número de apoyos para hacer llegar à la cidadania gallega que organizarse y luchar no es un delito. Que la militância y el compromisso son valores necesários para la sociedad y no algo a desterrar o pagar com a prision. Que defender Galiza y su militância comprometida es un derecho que debe ser respetado.

Contra la represión española, solidaridad gallega!
Ni un paso atrás! Antes muertas que esclavas! Viva el independentismo gallego!

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