[Gal/Cast] Por umha verdadeira soluçom para o setor leiteiro

Galego
Nestes dias vivemos mais um episódio da luita que as e os produtores de leite galegos estám a desenvolver desde há anos para garantir a viabilidade do setor. A greve de entrega do leite dos dias 26 e 27 foi um êxito e forçou governo autonómico do PP a estabelecer umha negociaçom entre as organizaçons agrárias, a indústria e as empresas distribuidores, na que se chegou ao compromisso de cumprir com a mais urgente demanda de gadeiras e gadeiros: o incremento do preço mínimo pagado por litro de leite até que, como mínimo, permita cubrir o custe de produçom.
Umha situaçom que hoje está muito longe de se produzir, posto que o litro de leite se paga a 28 céntimos enquanto o custe de produzi-lo está nos 36 céntimos, condenando as 11.000 exploraçons leiteiras galegas ao fecho, destruindo de vez um setor estratégico da economia nacional, especialmente importante nas comarcas rurais.
NÓS-Unidade Popular quer manifestar a sua solidariedade e apoio às mobilizaçons labregas e às suas reivindicaçons.
Após mais de duas décadas de integraçom na Uniom Europeia nom cabe mais que constatar de novo que, por umha banda, esta só significou a destruiçom planificada do setor agro-gadeiro galego e, por outra, que a Espanha nom lhe interessa defender os interesses galegos (Galiza supom 50% das exploraçons e 40% da produçom leiteira do Estado).
Desta forma, som as indústrias leiteiras e as empresas de distribuiçom e os Estados mais poderosos da UE quem imponhem sempre os seus interesses, dentro da mais pura lógica do capitalismo neoliberal. Os interesses dos capitalistas imponhem-se aos do povo trabalhador galego, aos da Galiza.
A soluçom à crise permanente a que está submetido o setor leiteiro é, também, estrutural. Nom será suficiente um aumento dos preços que, aliás, ainda tem que concretizar-se na realidade, cumpre a plena soberania, um Estado galego ao serviço dos interesses populares que rompa com a lógica do capitalismo, para garantir um futuro digno para as labregas e labregos e também a nossa soberania alimentar.
Direçom Nacional de NÓS-Unidade Popular
Galiza, 30 de novembro de 2012
Castellano
En estos días vivimos un episodia más de la lucha que las y los productores de leche galegos están desarrollando desde hace años para garantizar la viabilidad del sector. La huelga de entrega de la leche de los días 26 y 27 ha sido un éxito y ha forzado al gobierno autonómico del PP a establecer una negociación entre las organizaciones agrarias, la industria y las empresas distribuidoras, en la que se ha llegado a un compromiso para cumplir con la más urgente demandas de ganaderas y ganaderos: el incremento del precio mínimo pagado por litro de leche hasta que, como mínimo, permita cubrir el coste de producción.
Una situación que hoy está muy lejos de producirse, puesto que el litro de leche se paga a 28 céntimos mientras el coste de producción está en los 36 céntimos, condenando a 11.000 explotaciones lecheras galegas al cierre, destruyendo por completo un sector estratégico de la economía nacional, especialmente importante en las comarcas rurales.
NÓS-Unidade Popular quiere manifestar su solidaridad y apoyo a las movilizaciones agrarias y sus reivindicaciones.
De esta forma, son las industrias lecheras y las empresas de distribución y los Estados más poderosos de la UE quieen impone siempre sus intereses, dentro de la más pura lógica del capitalismo neoliberal. Los intereses de los capitalista se imponen a los del pueblo trabajador galego, a los de Galiza.
La solución a la crisis permanente a la que está sometido el sector lechero es, también, estructural. No será suficiente un aumento de los precios que, además, aún tiene que concretarse en la realidad, es preciso alcanzar la plena soberanía, un Estado galego al servicio de los intereses populares que rompa con la lógica del capitalismo, para garantizar un futuro digno para las y los ganaderas y ganaderos y también nuestra soberanía alimentaria.
Dirección Nacional de NÓS-Unidade Popular
Galiza, 30 de noviembre de 2012







