NÓS-UP rejeita criaçom de centro comercial no solar do prédio Bandeira
A Assembleia Comarcal de NÓS-Unidade Popular de Vigo quer mostrar a sua oposiçom à decisom de Abel Caballero de construçom dum novo centro comercial no bairro do Calvário, no solar do prédio Bandeira.
A iniciativa, promovida polo supermercado “Mercadona” como impulsora do projeto e com o apoio das habituais firmas multinacionais do têxtil, afectará negativamente ao pequeno comércio e ao mercado municipal do Calvário.
O que tem todas as caraterísticas de um pelotazo urbanístico contribuirá à pôr em perigo dúzias de postos de trabalho do comércio tradicional do bairro.
Durante os últimos 20 anos os governos municipais de Vigo facilitárom a instalaçom de seis centros comerciais (Meixueiro, Gran Via, Travessia, Praça E, A Laje e Camélias), contribuindo assim ao deterioramento e abandono dos mercados populares. Estas políticas proporcionárom a criaçom de novos espaços para as grandes marcas multinacionais, provocando duros golpes ao pequeno comércio da zona, saldados com encerramento de negócios e perda de postos de trabalho.
Estes pelotazos urbanísticos, próprios da bolha do tijolo, quebrárom todas as barreiras meio ambientais, financeiras ou mesmo políticas necessárias para a sua construçom.
Tanto PP, PSOE como o BNG, quando governárom na Cámara Municipal, permitírom e promovérom a criaçom de centros comerciais por toda a cidade.
Agora o BNG joga a duas bandas, por um lado manifesta-se contrário à construçom dum centro comercial no edifício Bandeira, e por outro, como apoiantes do governo atual de Abel Caballero, permitem a sua instalaçom!!.
Igualmente denunciamos a demagógica da ACECA (Associaçom de comerciantes e empresários do Calvário), promotores do centro comercial, que enganam à vizinhança anunciando que o novo espaço comercial criará empregos e contribuirá a que todo o pequeno comércio tenha maior número de visitantes, e por tanto aumentem as vendas.
Da Assembleia Comarcal de NÓS-Unidade Popular de Vigo rejeitamos a criaçom de um centro comercial no prédio Bandeira, assim como exigimos a imediata paralizaçom do projeto e a utilizaçom de este solar para a construçom de umha biblioteca pública, conservando a fachada da antiga adega.
Vigo, 15 de janeiro de 2013







