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29/12/2018 :: Nacionales Galiza

Organiza-se Coordinadora Antifascista de Vigo-Ponte Vedra

x Galiza Livre
Se organiza Coordinadora Antifascista de Vigo-Pontevedra haciendo un llamado a la solidaridad y la autodefensa

Desde o passado Novembro, a Coordinadora Antifascista de Vigo-Ponte Vedra compareceu na cena social e política galega para responder ao certo estado de preocupaçom que acompanha a reorganizaçom da direita extrema. Com motivo da controvérsia desatada pola celebraçom reaccionária do 20N e a ambiguidade governamental com os restos vivos do franquismo, a Coordenadora manifestava que, ‘ainda que o fascismo nom marchara nunca do Estado espanhol’, agora adoptava ‘novas formas’. Nas redes sociais, a Coordenadora tem exposto as suas análises sobre a continuidade com o Regime anterior que supom a Constituiçom, sobre a vaga de ataques a pessoas e símbolos independentistas, ou sobre a tentativa de confundir a classe trabalhadora com os engados do consumismo e o jogo de azar.

Os feitos mais recentes parecêrom-lhe dar a razom à análise, pois no último mês assistimos à irrupçom institucional de Vox, e a renovados episódios de pressom de rua ultra na Catalunha; na Galiza, pola vez primeira nuns anos, a violência contra os símbolos da nossa Terra passou do material ao pessoal, quando um militante pontevedrês de Galiza Nova era espancado na cidade do Leres por um fato de extremistas.

Sem incorrermos no exagero e no amarelismo que adoita dominar o tratamento na rede de todos os fenómenos políticos, si devemos assinalar que os dados apontam a um novo cenário, em coordenadas occidentais, do que a Galiza nom se livrará. A consolidaçom reaccionária da crise encetada em 2008, e a consciência progressivamente extendida de colapso, leva a parte das classes dominantes a umha estratégia de movimentaçom popular baseada na exclusom do fraco e na vontade de eliminaçom do dissidente. Nesta conjuntura temos que entender a consigna socializada pola Coordenadora nas redes sociais : ‘ou nos defendemos juntos, ou nos matam por separado’. Embora a frase nos retrotraia a momentos históricos mais dramáticos, muito distintos dum presente no que a violência crua está tremendamente reduzida, reflecte o certo estado de alerta extendido no povo organizado e consciente.

Resposta e solidariedade de classe

Até o momento, a linha de acçom da Coordenadora nom se limitou à chamada à resposta directa ao fascismo. Sabedores do efeito da crise e da exclusom nas classes populares, que levam em tantas ocasions à adesom a propostas reaccionárias, ou à procura dumha saída cega em alternativas como o consumismo ou o jogo, os e as militantes venhem de organizar com a consigna ‘a solidariedade também é antifascismo’. No começo das festas e como resposta ao esbanjamento de recursos públicos em forma de alumado natalício, a Coordenadora organizou umha recolha de roupa, joguetes e alimentos nom perecedeiros para aquelas pessoas privadas do mais básico.

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