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16/06/2019 :: Nacionales Galiza

Prepara-se resposta solidária ante operaçom anti-independentista da guarda civil

x Galiza Livre
El movimiento idependentista galego habla de montaje policial. Ceivar convoca movilizaciones de respuesta

A Galiza agitou-se neste fim de semana com um coquetel de notícias falsárias e carentes de mínima ética deontológica, legislaçom de excepçom e saqueios de domicílios. O ambiente habitual das operaçons anti-independentistas na Galiza, desdobradas por polícia e guarda civil e amplificadas pola mídia do sistema. Como pano de fundo, um amplo leque de partidos institucionais que justificam a incomunicaçom de detidas e o limbo legal da chamada ‘lei antiterrorista’. Som quatro militantes detidos nestes dias, enquanto solidárias preparam resposta nas ruas.

Valendo-se de redes informais e redes sociais, a base independentista enteirava-se nas primeiras horas desta tarde da ocupaçom dumha aldeia de Vilamarim, o Xem, por um grupo nutrido de encarapuzados da guarda civil, que registavam o domicílio de Miguel Garcia Nogales. Tais medidas adoitam rematar em autênticos saqueios policiais de bens pessoais, livros, material informático e mesmo dinheiro dos independentistas. No momento do registo, Miguel Garcia, algemado, carecia de direito a ser assistido por um letrado. A razom, a aplicaçom da lei antiterrorista, que priva os detidos de assistência e comunicaçom com o anterior se o ‘delito’ que se lhes apom tem raiz política. Pessoas solidárias concentravam-se diante da sua casa, enquanto nas redes, organizaçons como Causa Galiza chamavam à solidariedade activa e abriam um fio informativo em twitter e facebook sobre o sucedido. Miguel Garcia, de 40 anos, é um veterano militante arredista desde os tempos juvenis, e já fora um dos sequestrados pola Audiência Nacional em 2005 polo seu papel dirigente na AMI. Desconhece-se o ‘delito’ que se lhe imputa.

Mais detidas em paradouro desconhecido

Horas mais tarde, o movimento solidário anunciava a detençom de Joám Manuel B., um independentista de Oroso, na atualidade residente em Cerdedo, em Terra de Montes. Joám Manuel é um activista conhecido em meios do independentismo juvenil e nos centros sociais, como também no associativismo da comarca. Desde que a confusom mediática e o baleiro informativo real continuárom a ser as notas dominantes ao longo destas horas, desconhecemos ainda quais som as circunstáncias da sua detençom e os cargos que se lhe aponhem. Também quais som as instalaçons dos captores em que mantenhem a Miguel e Joamma. Familiares desconhecem se permanecem em dependências em território galego ou foram enviados para Espanha.

Operaçom em Vigo

Lendo entre linhas -e com a maior das cautelas- a imprensa comercial, parece que as quedas antes ditas fôrom precedidas por mais duas na tarde do sábado. Trataria-se da detençom de Asunçom Losada Camba e Antom Garcia Matos, de 52 e 50 anos respectivamente, na cidade de Vigo. Ambos os militantes figurárom em vários sumários da audiência nacional, acusados dumha participaçom destacada na resistência galega desde as suas origens. As entrevistas com mandos da guarda civil publicadas recentemente pola imprensa deixavam clara que a sua queda era máxima prioridade repressiva. A guarda civil imputa-lhes nove delitos.

Os militantes fugidos fôrom um dos particulares quebradeiros de cabeça da polícia política assentada no nosso país desde há anos, nomeadamente nas jeiras em que os ataques contra banca, empresas transnacionais e sedes de partidos espanhóis alcançárom continuidade e contundência. Neste período, também a repressom golpeou com constáncia o conjunto do independentismo durante três lustros consecutivos, em muitas ocasions à caça declarada destes dous activistas em busca e captura. ‘Los buscamos por tierra, mar y aire’, declarou um mando da repressom na audiência nacional num dos juízos contra o movimento. Antom Garcia e Asunçom Losada estavam na lista dos mais buscados desde o ano 2006, e a última notícia pública do primeiro que se tinha fora um vídeo difundido em 2014, no que

Pouca moral, menos rigor

Mais umha vez a imprensa galego-espanhola está a fabricar as suas notícias sem molestar-se em versionar demasiado a nota que lhes enviam desde os gabinetes das forças de ocupaçom. Nenhuma das notícias publicadas até o de agora se molestou em entrevistar familares e amizades das detidas, nem tampouco os seus entornos políticos e sociais. A falta de rigor é tam gritante que várias das notícias chegam a reproduzir com inexactitude o nome e localidade dos detidos.

Solidariedade

A primeiras horas desta noite, o organismo anti-repressivo Ceivar fazia públicas convocatórias solidárias nas principais cidades galegas, que se celebrarám amanhá a partir das 20,30 horas do serao. Nas redes sociais das organizaçons independentistas e da base popular nacionalista estám a circular denúncias deste novo ataque ao movimento organizado. Causa Galiza relaciona a operaçom com o Dia da Pátria e com a vontade estatal de ‘instalar o independentismo na excepcionalidade penal, mediática e política.’

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