Direçom de Navantia-Ferrol é ocupada por trabalhadores e trabalhadoras

Umha grande assembleia de 2.000 operários e operárias decidiu retomar açons mobilizadoras contra a falta de trabalho e a supressom da paga extra de Natal.
Passam-se os meses e nom só nom se resolve a carência de carga de trabalho, como se aplicam novas medidas contra os direitos do pessoal de Navantia em Ferrol e Fene. Hoje, uns 2.000 operários e operárias ocupárom o edifício de direção da empresa durante um quarto de hora, como "ato simbólico contra os máximos responsáveis de Navantia", entre as 11.30 e as 11.45 horas.
Desde primeira hora da manhá, grupos de trabalhadores e trabalhadoras impedírom que os chefes e técnicos superiores acedessem à sede da companhia, bloqueio que se prolongou até as dez da manhá, quando começou umha assembleia informativa em que o Comité de Empresa explicou os resultados da reuniom de quarta-feira em Madrid: "A empresa tira-nos a paga extra e reconhece que non há possibilidades de carga de trabalho no curto prazo". O presidente do Comité, Ignacio Naveiras (CCOO), "Feijó nom pode pedir-nos tranquilidade quando sabe que non hai contratos, ele deveria vir a Ferrol a nos explicar porque é que nom há carga de trabalho".
Os sindicatos vam aprovar na próxima semana um calendário de mobilizaçons "contundentes" dirigidas contra a Cámara municipal de Ferrol, a Junta da Galiza e Governo espanhol, todos eles em maos do PP. Segundo indica o presidente do Comité de Empresa de Fene, Jorge Prieto (também de CCOO), "a retirada da extra é um grande golpe para a cidade, pois vai significar umha reduçom de vendas no comércio durante o próximo Natal"








